Memória biônica, ainda bem que eu não tenho!

A americana Jill Price, de 42 anos, é capaz de voltar mentalmente a qualquer dia de sua vida e lembrar com exatidão o que comeu no almoço, onde passou a tarde, qual era a atração na televisão à noite e que manchete dominava os jornais. Lembra de tudo desde os 14 anos.

Pergunta: Porque desde os 14? Ela lembra dos 13,12,11, mais ou menos ou não lembra nadica de nada?

Se ela for casada, coitado do marido, se a gente que nem tem memória boa já lembra de tudo que o cara promete (pra cobrar depois), imagina ela que lembra tim tim por tim tim do que ele deixou de fazer.

O cérebro de Jill é capaz de localizar, em segundos, um dia, um fato ou uma conversa no meio de décadas de lembranças. “É como se alguém estivesse me seguindo cotidianamente com uma câmera e guardasse a fita em uma prateleira no fim do dia”, afirma Jill. “Quando escuto a menção de uma data, é como se eu fosse até a prateleira, pegasse a fita e a colocasse para rodar.”

Chego até a me dar frio na barriga só de pensar nisso!

Minha memória pode ser comparada à da Dori, ela não é muito boa. Quer dizer, se eu me esforçar eu consigo lembrar, mas tem vezes que não mesmo.

Mas, voltando ao meu pensamento, genteeee que horror lembrar de tudo a todo segundo. Imagina aqueles momento ruins da tua vida que tu torce pra esquecer.

As vezes nao esquecemos as situações em si, mas os sentimentos que elas nos trouxeram sim, porque pelo menos uma amenizada o esquecimento dá. Como todo mundo sabe,  “O tempo é o melhor remédio” e isso porque, com ele, é possível acalmar-se, pensar, repensar, e aí, quando vê, puft, passou, esqueceu, fica aquela vaga lembrança e, assim, tu pode colar o adesivo: SUPERADO, PUFT – curti a sonoridade do puft-!

Mas imagina, lembrar exatamente do que tu sentiu, de cada detalhe do acontecido, cada erro teu, cada briga com os amigos, não dá, não dá, não dá! Essa mulher deve ter muitas dificuldades pra perdoar…  As vezes quando eu lembro de alguma coisa ruim eu sinto uma pontadinha da dor que senti na época, só nos casos mais marcantes, mas imagina essa sensação na mesma intensidade que tu sentiu no dia do ocorrido. Por essas e outras que ela diz: “O que a maior parte das pessoas chamaria de dádiva, eu chamo de fardo. A minha vida inteira passa pela minha cabeça todo o dia e isso está me deixando louca”.

Então, obrigada Deus por me fazer esquecidinha, assim eu posso viver minha vida sem enlouquecer, posso perdoar e colar muitos adesivos de PUFT por aí!!

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Um pensamento sobre “Memória biônica, ainda bem que eu não tenho!

  1. Fer disse:

    é sério isso???
    Nossa, eu mal consigo lembrar do que almocei hoje…
    Bom se ela lembrasse só as coisas boas né???

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