Marley e eu

Segunda-feira vi o filme “Marley e eu”.

Bom, nem preciso dizer que desabei chorando!

O filme todo é lindo. Jennifer Aniston é linda, Owen Wilson é lindo, o Marley é lindo, enfim, tudo é muito lindo mesmo.

Obviamente, passei o filme todo pensando no Ringo (meu cachorro e da minha família) e na Cusca (cachorra da Ana, mas que é um pouco minha, afinal eu sou o pai!).

Cusca!

Cusca!

Ringo!

Ringo!

Estou no trabalho, por isso só tenhos essas fotos que não estão muito boas!

Esses animaizinhos são incríveis, pois estão sempre balançando o rabinho e pedindo atenção para nós, mesmo que estejamos mau humorados. Relamente, são nossos melhores amigos.

Diversas cenas do filme me depararam com tal pensamento, pois realmente sempre sabem quando estamos chegando em casa, ou estamos tristes. É incrível!

Além disso, pensei em outras coisas, afinal, o filme também trata de outras coisas.

Como, por exemplo, em como a mulher abre mão de coisas por seus filhos (e isso me faz lembrar de tudo que minha mãe teve que fazer por mim e minhas irmãs). Não que o homem não o faça, mas a mulher é diferente, pois mãe é mãe! E fico pensando se eu realmente seria capaz de ser assim.

No início do filme olhei para Jennifer (não lembro o nome da personagem) como uma mulher incrível que botava o cara para cima e tudo mais! No meio do filme, quando ela começa a ter seus filhos, comecei a pensar que ela estava chata, insuportável e super sem graça.

Viajando em meus pensamentos, ponderei a despeito de um relacionamento estável com filhos, imaginando que, muitas vezes, talvez não seja o que eu queira para mim (ou que talvez eu não tenha cacife para isso). No entanto, no decorrer da história, percebi que Jen foi se acalmando e novamente transpareceu aquela mulher forte, da qual o marido precisa constantemente.

No fim do filme, quando Marley morre (falei! sorry para quem não viu!), percebi que cada um tinha seu sentimento com relação ao cachorro, principalmente o casal, pois somente eles viveram todos os momentos da vida de Marley (bom, nem todos, mas vocês entenderam).

Adenais, Marley representava o início de uma vida juntos para o casal, diferentemente do que representava para as crianças! Por isso, pensei que o sentimento do casal (estou falando casal o tempo todo porque eu não sei o nome do papel da Jen, só o do Owen) não que fosse mais forte, mas era uma coisa deles, somente deles!

O que eu estou tentando dizer é que não importa se talvez eu não queira isso, ou que talvez eu não saiba lidar com isso. Não importa se às vezes tenho essas dúvidas chatas em relação à casamento, filhos e derivados. Pois, a verdade, é que, no fundo, eu acho tudo isso muito lindo e admiro muito as pessoas que conseguem viver anos casados, construindo uma vida juntos!

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Foto: google

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2 pensamentos sobre “Marley e eu

  1. ANA disse:

    hahahahahahahahahahaahhaaha

  2. Spoiler disse:

    SPOILER SPOILER SPOILER!!!!!!!!!!

    ODEIO!!! ESTRAGA PRAZER!!!!!!!! AINDA TEM CARA DE PAU DE PEDIR DESCULPAS…

    SORRY PELO MEU COMENTÁRIO!!!

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