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Esquentando o clima

Pensando em esquentar o clima do relacionamento?

A escritora Diablo Cody, que em 2006 lançou o livro Minha Vida de Stripper, fez uma lista com as 10 melhores músicas para fazer um strip-tease:

1) Remix to Ignition – R. Kelly
2) Purple Rain – Prince
3) Honky Tonk Woman – Rolling Stones
4) Pour Some Sugar on Me – Def Leppard
5) Amber – 311
6) Miserable – Lit
7) Back Door Man – The Doors
8 ) Back in Black – AC/DC
9) I Touch Myself – Divinyls
10) Hash Pipe – Weezer

Só falta a coragem de fazer um strip hihihi *vergonha*

Striptease_movie_poster

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Reflexão de segunda feira

Me alertaram na adolescência para tomar cuidado e não me apaixonar facilmente, lá longe, no começo. Eu não escutei. Hoje, tenho convicção que se apaixonar é quase como tropeçar. Você não escolhe. Não existe nenhum controle sobre isso. Quer dizer, existe, mas escolhemos ignorá-lo mesmo sabendo que a cara termina quebrada no final. Frear a paixão seria como interromper o fluxo da vida, e do sentimento. E o meu sentimento, é feito de fluxo, paixão e dor. Toda sentimento pode causar dor. Dor, desespero, angústia, loucura, indignação, raiva, mágoa, revolta, turbilhões, esses são os combustíveis da paixão. Estar apaixonado é uma maldição e uma benção, porque não se pode fugir. O que importa é manter a correnteza sempre a nosso favor, mesmo quando engolimos água. A única coisa que sei é que estou indo para o lugar certo. Não sei qual é, não sei qual será o fim, mas não me importo se irei à miséria ou à glória, porque é isso que tenho que fazer. E estar apaixonada me faz criar as melhores coisas da minha vida. Me causa o que eu preciso quando menos espero. Aos poucos a paixão desbota, logo a folha apaga e alguém pode até escrever por cima, mas o que aconteceu nos deixa marcados. Para sempre, marcados. Fica o vazio no coração e isso nos acompanha até o nosso último momento em vida. E não tem jeito, qualquer um que chegar perto, que tentar beber da sua alma, saberá sobre o vazio. Todos ficamos impregnados com o gosto amargo da rejeição e da dor. Antes amargos do que insípidos. Acho que a dor é o que dá o gosto à felicidade extrema. Quem é feliz sempre e tem uma vida perfeita, morre de tédio. Nunca sabemos para onde seremos levados da próxima vez que a paixão aparecer. Só sabemos sobre o fim quando chegar à margem ou ao fundo.

Do Malvadas.

Agora só me resta perguntar a mim e decidir se eu concordo ou discordo que antes amargos do que insípidos e que a única coisa que sabemos é que estamos indo para o lugar certo porque não temos como evitar e é isso que temos que fazer. Será que não tem como evitar? Será que é o que devemos fazer? Ó céus me pergunto. Ó vida. Ó por quê separado e com acento?

Alguém aí sabe a resposta??

Provocando ciúmes – Grau Advanced

Pra quem quer provocar ciúme no peguete, namorado, noivo, marido, amante, ou quiser tirar onda de Cláudia Gimenez.

kit enciumator

kit enciumator

Você compra um kit e recebe uma maleta estilizada. Lá dentro 9 ferramentas, como marcadores de mordida, queimaduras de carpete, dominação, arranhões e contusões, marcas de batom, perfume e fios de cabelo para serem aplicados no corpo ou roupa, garantem a insatisfação do alvo.

ciumes2

Diz seu inventor que o kit serve pra aumentar a auto estima (oi) e reforçar o relacionamento (oooi?).

Olha, eu não sei, a minha auto estima não aumentaria com um caso forjado por mim, comigo mesma.

E meu relacionamento certamente não seria reforçado, acho que ele seria acabado.

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Pra quem leu Crepúsculo

Eu não li, confesso, e não tenho nada a opinar sobre o caso, não conheço a história, não me encanta coisas sobre vampiros e eu não acho aquele cara bonito, aliás acho horroroso.

Mas, pra quem leu, aqui vai uma versão do Blog Meu Namorado Psicopata, sobre essa história de amor.

Para quem leu Crepúsculo

Tudo começou com uma busca no Google para imagens a serem usadas no blog. Joguei a palavra “vampiro”, e saíram algumas fotos do filme Crepúsculo. Li uma entrevista com a autora, cujo trecho inclusive postei aqui.

http://meunamoradopsicopata.wordpress.com/2009/03/01/a-escolha-e-sua/

O tempo passou, e um belo dia, em uma livraria, avisto o livro e resolvo dar uma olhada. Eu adorava histórias e filmes de vampiros quando era adolescente. Peguei o livro despretensiosamente. E não consegui mais largar. Mas não é porque a história é genial, os personagens bem construídos e a redação da autora excelente. Bem pelo contrário…

O início do primeiro livro achei envolvente, mas depois dá um certo tédio. Stephenie Meyer é bastante repetitiva. Chega um ponto em que você não aguenta mais a Bella dizendo o quanto ela é feia e desengonçada e como  Edward é incrivelmente bonito e bom em tudo. E afinal de contas, quem se interessaria em um homem de pele “fria como o mármore”? Fora o detalhe de que ele pode matá-la a qualquer momento (é um vampiro, né), mas ela não tem nenhum medo disso! HEIN? Enfim. Os haters (odiadores de Crepúsculo) sabem melhor do que eu apontar os pontos patéticos do livro.

Crepusculinho by Robson Reis

Vampiros, lobos, baixa auto-estima… HAHAHA! Tudo isso me lembrava muito meu blog! Mas eu só abri os olhos para algo muito importante por trás dessa história quando li um texto em um site hater. E isso está bem explicado no extrato abaixo. Milhões de meninas mundo afora estão lendo as obras de Meyer, se apaixonando por Edward e  se identificando com Bella. Sinceramente, garotas, vocês não iriam querer um namorado como ele, muito menos ser como ela.

Edward Cullen é antissocial, e Isabella Swan é codependente.

“O centro da série é o romance entre Bella e Edward. A construção de gêneros é de suma importância ao examinarmos o que os livros apresentam como romance perfeito. O relacionamento ideal mostrado por Crepúsculo não é saudável: é caracterizado por abuso, controle e obsessão, e o gênero é construído em termos de que homens são como figuras paternas e mulheres crianças dependentes.

As bases do “amor” de Edward e Bella um pelo outro são a obsessão e a paixão cega. Edward persegue Bella, entrando em seu quarto para vê-la dormir sem que ela saiba, antes de eles começarem a namorar. Bella está tão obcecada por Edward que quando ele a deixa, ela se torna catatônica por quatro meses, e então começa a pôr-se em perigo, para que possa ter alucinações com a voz dele.

No seu livro ‘Mas Eu O Amo: Protegendo Sua Filha Adolescente de Relacionamentos Abusivos e Controladores’ (But I love him: Protecting Your Teen Daughter From Controlling, Abusive Dating Relationships), a psicoterapeuta Dra. Jill Murray descreve esse tipo de relacionamento como “viciante”. Edward chama Bella de sua “dose de heroína”, uma frase imortalizada por muitas fãs, que a acham romântica.

Além de doentio e baseado num vício obsessivo, o relacionamento de Edward e Bella exibe vários sinais de abuso emocional. A Dra. Murray descreve esses sinais em seu livro, e eles incluem: a mulher tendo seu tempo monopolizado, isolamento da família e amigos, dizer “eu te amo” cedo demais, destruição/roubo de objetos queridos, manipulação e interrogatórios.

Edward Cullen apresenta todos esses comportamentos.

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Como eu to pessimista no quesito relacionamentos hoje néam minha gente, logo hoje que aqui no Rio Grande do Sul tá frio e pedindo uma companhia masculina para passar a noite tomando BIIIIINO e vendo filme.

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