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Prévia do 5º e último capítulo da saga PINTEI MEU CABELO

essa sou eu

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Atualize-se aqui.

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PINTEI MEU CABELO – 4º Capítulo

Aeeeeee, pensaram que não tinha capítulo hoje?

Devido a pressão psicologica aos pedidos carinhosos das minhas leitorinhas que eu amo, inclusive uma delas disse que é a Yvone, a outra quer se vingar de mim e não quer me dizer que cor ficou o cabelo dela (Tata, manda foto pra mim e a gente posta no blog também, manda tudo explicadinho que cor tu usou e etc. Adoraria postar no blog todo o tipo de contribuição dos meus amores), eu resolvi fazer logo o post do quarto capítulo antes que ninguém mais entre aqui 😦

Gente, antes de mais nada, eu queria dizer que innnnnfelizmente eu não tirei fotos do meu cabelo acaju, simplesmente porque eu nem lembrei, eu tava tão transtornada que meu cabelo tava uma merda e eu não sabia como consertar que eu esqueci completamente que era óooobvio que vocês iam querer ver minha desgraça e rir de mim, e eu total apoio, se fosse com outra pessoa eu também ia querer ver hahaha. Mas ó, vocês ficam felizes se eu mostrar as fotos do cabelo atual só ou vocês magoam comigo? Desculpa vai, mas a minha mente só conseguia pensar que eu tava parecendo a Tônia.

Bom, vamos aos fatos.

Daí que além de eu comprar essas duas tinturas que eu contei no post anterior, eu também perguntei que creme UH É PANCADÃO GERAL eu tinha que passar depois, pro meu cabelo não cair. Comprei litros de produtos pós tintura, as minhas duas tinturinhas novas, dois esmaltes com cheirinho ótemos que merecem um post só pra eles com fotos, e mais outras bugigangas (quanto g né?). Pródiga, oi? Perdulária, oi? Bibiana também é cultura e vocabulário extenso, oi?

Ta, daí fui trabalhar que naquela época eu ainda era escrava isaura e tinha que laborar. Passei a tarde inteira nervosa.

TENSO

Cheguei em casa de noite, comuniquei minha mãe, que nesse momento ja arregaçava as mangas, pintava o rosto e se preparava para a guerra, botei uma roupa xinfrim e sentei. Estava eu ali, o meu cabelo ali, minha mãe ali e um pote de tinturar com um cheiro incrivelmente forte ali. Meu cabelo pensou em desistir, achou que não ia aguentar. Eu também achei. Minha mãe também achou. SILÊNCIO.

Eu disse pra ela que era pra começar pelas pontas, que estavam bem mais claras, foi indicação das mocinhas do salão. Começando pelas pontas a tintura faria efeito ali antes, e cobriria melhor. A cabeleleira também me deu uma dica. Eu deveria molhar beeeeem pouquiiiiiinho o cabelo antes, pra tintura fixar melhor. Começamos.

Eu já não aguentava mais, meus olhos ardiam muito e eu não conseguia respirar. Minha mãe gritou pro meu pai vir correndo e me dar uma toalinha, para colocar no nariz. Eu fiquei com a toalha ali, grudada no nariz, respirando por ela, pra não sentir o cheiro que me sufocava. Meus olhos ardiam mais do que escova progressiva com 99,99% de formol. Até aí tudo bem. Me preocupei mesmo quando minha cabeça começou a arder e coçar enlouquecidamente.

Acabou. Botei a touca térmica de alumínio e fiquei ali, apreensiva, pensando se só iria perder todo o meu cabelo ou se eu iria morrer também. Notícias de pessoas mortas em salões por causa de produtos químicos me assombravam, e eu pedia a Lord Ganesha pra me deixar carequinha então, mas pra não me matar.

A touca começou a esquentar, e agora além de coceira e ardência eu sentia meus cabelos pegando fogo. Achei por bem tirar a touca. ARE BABA.

40 minutos depois, era hora de lavar o cabelo.

Eu relutei a entrar no box e ligar o chuveiro.

Pensamento que me ocorreu: agora eu lavo e essa merda começa a descolar da minha cabeça. Eu preferia não ver.

Mas eu fui lá, na cara, coragem e força capilar lavar o coitadinho do meu cabelo.

Deixei a agua escorrer sem encostar nele. Quando tomei coragem, passei um shampoozinho. Quando vi que não tava caindo, eu decidi puxar a raiz e ver se descolava. Não descolou. Atchá!!!

Sai do box. Me olhei no espelho.

O que eu vi?

Rá, não conto né. O último capítulo da série vem ai, olê olê olá!!!

já antecipo que fios de cabelo caídos eu vi, de montão. Agora o resto eu não conto

já antecipo que fios de cabelo caídos eu vi, de montão. Agora o resto eu não conto

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PINTEI MEU CABELO – 3º Capítulo

No último capítulo, eu contei a todos o meu drama acaju. No dia seguinte eu tinha que enfrentar uma faculdade pela manhã.

Me fui, com o cabelo preso em uma trança. O problema é que não eram as pontas que eu precisava esconder, já que elas nem receberam tintura mesmo, porque já tinha acabado. Era a raiz. E a raiz era impossível de se esconder. Ela refletia a luz do sol e mostrava todas as suas nuances acajus.

Se um boné eu tivesse, um boné eu usaria.

Mas eu não tinha.

Me fui para a faculdade, com os raios de sol matinais me brindando com sua luz e eu desejando que tivesse chovendo, nevando ou acabando o mundo. Meu cabelo, minha gente, tava laranja.

Cheguein atrasada, como de costume. Tive que encarar a sala todinha me olhando, porque sabe como é gente entediada, olha pra todas as coisas que acontecem em volta para evitar encarar o professor. Sentei no meu lugar. A Marina, a única pessoa que no 9º semestre presta atenção na aula, nem me olhou. Iso, falando no msn, fazendo o tcc no meio da aula, tampouco me deu moral. Ane Claude tirava uma sonequinha básica. Respirei aliviada, mas a sensação que os demais colegas me olhavam e diziam “meldels porque essa guria pintou o cabelo dessa cor acaju?” não me deixava em paz.

Daí que, para acabar logo com a inevitável descoberta da nova cor nem um pouco Giovanna Antonelli dos meus cabelos, chamei a Marina e perguntei “Nota algo diferente em mim, Marina?”. A resposta veio em forma de uma careta e uma risada compulsiva de nervoso. Eu já tinha a minha primeira resposta. Chamei Isobel e fiz a mesma pergunta. Obtive a mesma resposta, um pouco mais agressiva e tiradora de onda, como sói acontecer com Isobel. Ane Claude ainda dormia.

Aula vai, aula vem, e eu já pensava em outras coisas, quando Ane Claude acorda e resolve dar uma papeada comigo. Bastou eu virar a cabeça, ela esbugalhou os olhos, abriu a boca, um risinho escapou dela e ela perguntou “O que tu fez com o teu cabelo?” Pronto, desesperei-me, era realmente evidente a cor acajuada, ate mesmo quando não batia sol. Eu era uma versão um pouco mais escura e manchada da namorada do Tarso da novela, saca?

Eu não nasci pra ser ruiva.

No intervalo das aulas a gente desceu e foi a coisa mais horrível de meldels encarar aquele povo todo. Eu comentava a cada 15 segundos a merda que eu tinha feito, bem alto, para que todos soubessem que aquela cor não foi proposital. A sensação era de que todos me olhavam e exclamavam para si o porquê de eu ter feito aquela merda capilar. Eu deveria ter impresso folhetos justificando o meu cabelo e distribuido para a PUC. Ficaria mais tranquila.

Bom, a aula acabou, e eu fui direto para o centro da cidade, comprar tinturas que eu nem sabia a cor. Durante o intercurso criminis, eu continuava com a sensação de que todos os estranhos me observavam e se perguntavam por que aquela menina ali usava acaju.

Cheguei no salão e falei com a mesma mocinha (avó falando?) que havia me atendido na compra anterior. Cheguei com uma cara de medo e ela logo entendeu (ela viu) o meu problema. Depois de soltar um risinho, que eu já tava acostumada, ela chamou uma cabeleleira e ambas se dispuseram a me ajudar.

O problema é que agora eu não tinha nenhuma tintura em mente para saber com que cor pintar, eu teria que inventar uma cor. Depois de uma hora e alguns minutos de discussão acirrada, concluimos todas que o melhor seria comprar 2 tinturas diferentes. Eu já tava me borrando toda. Perguntei se dava pra pintar os cabelos dois dias seguidos, se não haveria problema. A cabeleleira me disse que eu poderia, mas a hidratação teria que ser pesada depois. Eu encarei essa. Conversei com o meu cabelo, pedi a ele força e coragem, disse que eu iria estar do lado dele o tempo todo e que a gente faria o possível para essa operação ser o mínimo traumatizante possível. Meu cabelo me entendeu, e corajosamente enfrentou essa.

Comprei milhoes de shampoos, cremes e bla bla bla. A minha conta já estava em mais de 250 reais, juntando a primeira e a segunda compra, de modo que pensei comigo mesma que se eu não fosse tão cabeça dura seria bem mais fácil não querer ser auto suficiente e nem precisar das coisas pra djá e ir num salão responsa dizer que queria ficar igual a Giovanna Antonelli, me pouparia stress e fios de cabelo. Mas não, eu queria pintar naquele dia e naquele dia pintei. Eu queria bancar a cabeleleira e a cabeleleira banquei. E fiquei parecendo uma fruta tropical.

No final, decidimos por comprar uma 4/0 e uma 5/7. A quatro era um castanho puro, e a 5/7 daria uma quebrada naquele tom uniforme e me daria alguns (poucos) reflexos dourados. Eu implorei para que não ficasse com o cabelo pretão, monocromático. Eu só queria o castanho Giovanna Antonelli poxa, é pedir demais??? Elas me garantiram que não ficaria preto, mas disseram que iria ficar MUITO escuro. Encarei, eu não tinha mais nada a perder.

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Estava lançada a minha sorte.

Quer saber mais? Nos próximos capítulos eu conto!!

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PINTEI O MEU CABELO – 2º Capítulo

Bom, como eu ia dizendo, daí que eu resolvi pintar meu cabelo.

Minha mãe, com toda habilidade a ela concedida pelo Bom Deus das cabeleleiras amadoras, espremeu todinha a tintura do tubo. Sacomé, era tinta de profissional, não era aqueles kit compra tudo pronto e vem tudo junto e misturado. Era pancadão brou, de todas as loucuras que eu já cometi, eu nunca tinha pintado meu cabelo com tinta. Aliás eu não sabia que tinha que misturar com agua oxigenada, vocês sabiam? Até tinta preta tem que misturar!!!

Bom enfim, ignorâncias minhas à parte, daí que depois de misturar bem misturadinho, minha mãe começou a pintar pela raiz, a parte mais escura do meu cabelo, comprido e em grande quantidade, enquanto as mechas, bem mais claras, ficaram esperando sua vez. Vez essa, que não chegou, porque a tinta acabou no meio do cabelo. Aí as duas, entre um ataque de pânico e outro, tiveram a idéia de tentar escovar o cabelo pra ver se a tinta da raiz descia. Não desceu. Enquanto isso, a tinta da raiz começava a fazer efeito. Efeito clareador. Efeito que causou em mim um outro efeito, o desesperador.

Lavei.

Sequei.

Como fiquei?

Acajuzada.

Oi, meu nome é Bibiana, quer ser minha amiga?

Oi, meu nome é Bibiana, quer ser minha amiga?

E mantive, intactas, as californianas.

Quer saber mais? Aguarde o próximo post, que já ta feito, mas que não tem hora pra ser lançado.

E aí, terei eu salvação? O que aconteceu comigo? Dona Gladys, no final das contas, errou? Eu fiquei com californianas acajuadas? eu arranquei os cabelos?

Respostas mais tarde

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PINTEI O MEU CABELO – 1º Capítulo

Genteeee!!!!!

Sentem. Vocês tão sentadas? óbvio que tão né e desde quando alguém tiozão mode on-navega na net-tiozão mode off de pé?

Tá, enfim. Não adianta fazer mais suspense, eu já disse no título do que se trata o post.

PINTEI O MEU CABELO, na tentativa de super ficar igual a Giovanna Antonelli, usando a tintura desse post aqui, da qual eu já falei um milhão e dois terços de vezes.

O resultado que eu obtive? Ahhhh ta curiosa né? Ta querendo saber se Dona Gladys acertou né?

Muahahaha maldadezinha no coração, eu vou enrolar mais um pouco antes de dizer.

Dona Gladys havia me dito que era pra eu tomar muito cuidado, que o cabelo da Gio (pura intimidade) poderia não ser parecido com o meu, que era melhor eu procurar um cabeleleiro e etcetera e tals.

Bom, o negócio é que eu não segurei o meu ímpeto artístico, essa minha vontade de criar, de fazer as coisas, de participar de todos os processos. Minha mãe também não colaborou, ela a-d-o-r-a a função toda, de comprar luva e pincel e isso e aquilo… Uél, fomos nos duas pra cozinha, começar a misturar a tinta louro médio dourado. Comprei um tubo e achei mais do que bom… Eu e meu cabelo castanho claro em cima e castanho claríssimo claro como a luz do sol, clareiria luminosa nessa escuridão úuhu rezamos, pedimos benção do bom senhor das cabeleleiras amadoras e eu fui, com a cara, a coragem e o cabelo que meu Deus me deu.

Como eu fiquei? Bom, eu deveria ter imaginado que a Gio é morena e eu não, eu tava castanha clara. O resultado? Quer mesmo saber?

Então espera o próximo post, hoje às cinco horas…

aguardem os próximos capítulos

aguardem os próximos capítulos

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